Nosso Diferencial

A Madeira Plástica In Brasil é produzida com Rejeitos* industriais. São aqueles plásticos que ninguém tem tecnologia para reciclar. A tecnologia foi desenvolvida aqui mesmo, em nossa empresa, por nossa gente. Nosso produto não é WPC. “WPC – wood plastic composite” esse, por sua vez produzido com a adição de pó de madeira ao plástico. Esta solução foi criada para enricar o plástico, que naturalmente tem a característica de mudar de forma sob pressão e calor.

Um dos produtos amplamente produzidos com o WPC no Brasil são decks.

Existem dois fatores quem invalidam o WPC:

O primeiro é ambiental – para produzir o WPC, é adicionado pó de madeira sobre plásticos nobres, que poderiam ser utilizados em outros processos de reciclagem. Depois de adicionado este pó, ele passa a ser um contaminante não permitindo que o plástico volte ao seu estado original. Por exemplo, podemos pegar polipropileno e fabricar um pote de iogurte, usá-lo, coletarmos e reciclá-lo, podemos transformar numa embalagem de água sanitária, e ir refazendo esse processo de coleta e reciclagem inúmeras vezes.

Ao pegarmos esse polipropileno e adicionarmos pó de madeira, produzimos o WPC, e acaba aí o seu ciclo de vida, sem poder ser reciclado para outro produto.

O segundo é na aplicação – o WPC deixa exposto grãos de pó de madeira, que absorvem água. Quando molhados, incham, produzindo erupções na superfície.

Este segundo problema, é algo que prejudica em muito a imagem da Madeira Plástica da In Brasil, que é impermeável e pode ser aplicada sob quaisquer condições de umidade.

Nosso produto é revestido por uma camada de material (também reciclado), que pode ser aditivado com corantes, agentes anti UV e agentes anti chama. Toda a água utilizada no processo é coletada da chuva e o circuito é fechado, sem haver qualquer tipo de contaminação ao meio ambiente.

Política Nacional de Resíduos Sólidos
Lei 12.305 de 02/10/2010
Artigo 3o. – XV – Define como Rejeito: resíduos sólidos que, depois de esgotadas todas as possibilidades de tratamento e recuperação por meio de processos tecnológicos disponíveis e economicamente viáveis, não apresentem outra possibilidade que não a disposição ambientalmente adequada.