A In Brasil

A In Brasil nasceu em 1994 produzindo utensílios domésticos de polipropileno reciclado.

Em 2004 a empresa percebeu o grande volume de plásticos que estavam sendo destinados à aterros sanitários e que não podiam ser reciclados. Estes materiais iam para aterros por não haver viabilidade economicamente para sua seleção e transformação.

In Brasil passou a investir tempo e dinheiro para o desenvolvimento de processos que tornassem possíveis a reciclagem destes materiais – anteriormente inservíveis. Nossa nova fábrica ficou pronta em 2014 e tem capacidade de processar 3000 toneladas, sem provocar qualquer agressão ao meio ambiente e sem devolver nenhuma gota de água suja à natureza.

Além de estar adquirindo um produto bonito, durável e com grande benefício na sua utilização, você está ajudando nossa sociedade e nosso planeta, pois a madeira plástica In Brasil é totalmente sustentável, evita o desmatamento e incentiva a reciclagem.

Missão

Ser uma empresa de referência a área de reciclagem de resíduos; desenvolvendo produtos e soluções inovadoras, com qualidade e responsabilidade socioambiental para atender as necessidades dos clientes, colaboradores e acionistas.

Visão

Ser referência no mercado de reciclagem de resíduos, em que atua por suas ações inovadoras direcionadas as necessidades dos clientes, fundamentadas no desenvolvimento da empresa e de sua equipe de funcionários, de forma sustentável.

Valores

Ética – sempre agir com imparcialidade, ética, educação e respeito.
Foco – Estar comprometido com objetivos, metas, prazos e compromissos assumidos com seus clientes.
Proatividade – Ser proativo, arrojado, capaz de inovar e assumir riscos de forma responsável.
Eficácia – sempre fazer a coisa certa, da forma certa e no tempo certo.
Agilidade – tomar decisões, ações e soluções rápidas e buscando superar as expectativas dos clientes internos e externos.
Inovação – Desenvolver de forma continua novos produtos, processos e soluções tecnológicas como diferencial competitivo

Nosso Diferencial

A Madeira Plástica In Brasil é produzida com Rejeitos* industriais. São aqueles plásticos que ninguém tem tecnologia para reciclar. A tecnologia foi desenvolvida aqui mesmo, em nossa empresa, por nossa gente. Nosso produto não é WPC. “WPC – wood plastic composite” esse, por sua vez produzido com a adição de pó de madeira ao plástico. Esta solução foi criada para enricar o plástico, que naturalmente tem a característica de mudar de forma sob pressão e calor.

Um dos produtos amplamente produzidos com o WPC no Brasil são decks.

Existem dois fatores quem invalidam o WPC:

O primeiro é ambiental – para produzir o WPC, é adicionado pó de madeira sobre plásticos nobres, que poderiam ser utilizados em outros processos de reciclagem. Depois de adicionado este pó, ele passa a ser um contaminante não permitindo que o plástico volte ao seu estado original. Por exemplo, podemos pegar polipropileno e fabricar um pote de iogurte, usá-lo, coletarmos e reciclá-lo, podemos transformar numa embalagem de água sanitária, e ir refazendo esse processo de coleta e reciclagem inúmeras vezes.

Ao pegarmos esse polipropileno e adicionarmos pó de madeira, produzimos o WPC, e acaba aí o seu ciclo de vida, sem poder ser reciclado para outro produto.

O segundo é na aplicação – o WPC deixa exposto grãos de pó de madeira, que absorvem água. Quando molhados, incham, produzindo erupções na superfície.

Este segundo problema, é algo que prejudica em muito a imagem da Madeira Plástica da In Brasil, que é impermeável e pode ser aplicada sob quaisquer condições de umidade.

Nosso produto é revestido por uma camada de material (também reciclado), que pode ser aditivado com corantes, agentes anti UV e agentes anti chama. Toda a água utilizada no processo é coletada da chuva e o circuito é fechado, sem haver qualquer tipo de contaminação ao meio ambiente.

Política Nacional de Resíduos Sólidos
Lei 12.305 de 02/10/2010
Artigo 3o. – XV – Define como Rejeito: resíduos sólidos que, depois de esgotadas todas as possibilidades de tratamento e recuperação por meio de processos tecnológicos disponíveis e economicamente viáveis, não apresentem outra possibilidade que não a disposição ambientalmente adequada.